terça-feira, 25 de janeiro de 2011

contra história


em absoluta certeza os digo, tem vezes que a vida te da uma rasteira, que você talvez nunca mais consiga levantar, isso aconteceu a uns dois anos atrás, Sophia acabara de vez com uma desilusão amorosa, não pretendia mais acreditar no amor, não pretendia mais viver essa dor, então Sophia decidiu, vou viver por mim mesma sem precisas de ninguém.
Meses depois lá estava Sophia entregue nos braços de um homem, seu nome era secreto, codinome era desejo, Sophia estava perdidamente apaixonada por esse estranho.
seus braços, a aconchegavam, sua boca lhe dava carinho, suas pernas conforto, suas palavras uma estranha forma de paz.
eles viviam as escuras, pois era segredo esse romance, Sophia acreditava ser Julieta, e que seu amado era Romeu,
Sophia saia de casa que era só sorrisos, se encontravam na madrugada se amavam até as 10 horas da manhã, Sophia ia pra casa, amando-o cada vez mais.
seu amado viajou, avia lhe mandando uma mensagem dizendo _minha flor, estou aqui sozinho, morrendo de saudades, beijos_Sophia explodiu de alegria, acreditara realmente nessas poucas palavras, quando seu amado voltou, Sophia se jogou nos braços dele, lhe deu um beijo de boas vindas, mas seu amado não retribuiu,
Sophia então comprou uma carteira de cigarros, e se alcoolizou diante de suas lagrimas.
alguns dias depois, seu amado liga, eles se encontram, fazem exatamente o que faziam todas as madrugadas, mas algo acontece com Sophia.
dois meses depois, Sophia nunca mais o tinha visto, pois seu amado estava sempre ocupado com seus negociose tudo mais,
três meses depois Sophia sente um enjoou, vomita, e se sente inchada, um tempo depois, Sophia diz para seu amado, estou Grávida, espero um filho teu, cheia de esperança
ele a chama de mentirosa, diz que ela era só mais uma puta fingida, Sophia chora, chora, e chora
sem saida Sophia aborda.
seu amado, nas suas viagens transava outras, ela descobria, mas na verdade ela já sabia, mas o amor a segou. quase dois anos depois, Sophia continua apaixonada por ele, ele foi seu primeiro e seu ultimo

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Na calada da noite


Em silêncio se próxima, da multidão pavorosa, o que está acontecendo ali.
Ela está ferida, uma bala curva lhe acertou o peito, ela está sangrando, ela está morrendo.
Aos poucos a dor vai parando, o sofrimento diminuindo, mas ela vai continuar no chão.
Ela sentia saudades, de alguém que já mais conhecera, um desconhecido comum, mas o amor erra sureal.
Dizia ela em seu leito, _Um belo dia numa manhã de sol, vamos estar juntos, em uma bela noite sub a luz das estrelas, vamos estar juntos, eu prometo.
A ultima lágrima do ultimo suspiro de vida, se deu um adeus, tão desesperador, que nem pudera imaginar o tamanho da dor.
Que faria ele, se não sumir da vida dela, afinal ele era comprometido, e ela era comprometida, mas qual o casamento mais real que não seja o amor, pensava ela, e ele sumiu como num passe de mágica.
porque o amor doi, gritava ela, doi tanto que nem consigo respirar, doi tanto que mal consigo me mexer, insuportável dor e doença que me atacou.

Na hora do caixão, a foto na lápide, o nome escrito em pedra, sua certidão já não serviria para
nada.
No final da cerimônia, eis que surge em seu mais belo terno homem por quem outrora era apaixonada, um buquê na mão, de rosas vermelhas, da cor do sangue, lhe da um beijo de despedida, em seguida vai embora.
Ela já estava morta, quando por nada vem vindo aquele lindo homem carioca, ele chora, a perda é grande, ajoelha-se no colo arrastando-se como um mendigo a espera de uma moeda.
Ele a vê tão bela em seu túmulo, coberta de rosas vermelhas sangue, em um vestido branco longo.
Ele tira lago do bolso que fica do lado do peito esquerdo, da um beijo, e deixa pra ela.
Um amor tão lindo acabar assim. um desfrute incontrolável do destino, uma maré de azar , ou qualquer coisa que seja.
Ela já estava morta, só que ninguém percebia.