sexta-feira, 22 de julho de 2011

fui assaltada hoje.

não faz muito tempo, eu e meu namorado estávamos voltando de uma festa ao qual não ficamos nem meia hora, estávamos perto de casa e três caras um deles tinha um facão enferrujado, nos ameaçaram pegaram minha bolça com o meu casaco novo, meu casaquinho que eu tanto amava, pegaram a câmera fotográfica, o carregador e as pilhas, pegaram minhas maquiagens e o celular, mas o que eles levaram de pior, foi a minha confiança, foi a minha bravura. Não sei o que eu estou sentindo, se é raiva, medo, talvez seja muito dos dois. Cheguei em casa aos prantos, muito assustada, nunca imaginei que isso me aconteceria! e o pior de tudo é que levaram os meus cigarros! Chamei a policia. Não faz muito o policial saiu daqui, fiz a ocorrência e tudo mais. É triste não ter mais liberdade pra sair na rua, pra ir em uma festa, estou em choque ainda, um pouco mais calma talvez, a vontade que eu tenho é de gritar, ir atrás dos caras, oferecer um ox pra eles, só pra ter o gosto de vê-los morrer mais cedo! Ainda estou tremendo, não sei se vou conseguir dormir, e muito menos se vou ter coragem de pisar na rua novamente, nem de manhã, nem de tarde, muito menos a noite!
Queria que a policia fosse mais precisa, mais presente! Mas infelizmente o nosso pais é uma merda!
o policial que me atendeu foi bem simpático até me fez rir, mas ainda sim, fico na duvida se ele ira fazer o trabalho dele, ou simplesmente voltar a delegacia e comer roscas doce!
Acho que minha pressão está baixa, pensei que eu fosse morrer.
Espero que sinceramente essas merdas desses bandidos se matem!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Se o mundo acabasse hoje

fracassei ao tentar falar
teus sorrisos, me deixavam sem ar,
minhas inúteis tentativas de te amar.

Não a convivência sem antes esperar
o tempo vai te mostrar
que não foram poucas as vezes que chorei

sem derramar uma lágrima.

me diga se esta tudo bem,
me diga que não me quer mais,
me diga que já sente o mesmo.

se o mundo acabasse hoje.


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

inicio, meio, fim


a chuva caia forte, as ruas ficavam alagadas aos poucos, ele e ela, estavam na varanda, observando as gotas de água, que caiam no chão, como uma bomba, explodiam, na terra.
_Acho que vou ter que partir_dizia ele.
_Mas por que?_retrucava ela.
_Porque não tenho onde ficar!
_Fique aqui comigo!
_Não da, vou incomodar.
_Não vai não!
_Vou sim, é melhor, eu ir embora, dar um tempo, pensar, arranjar, um trabalho, não dá pra ficar morando lá.
_Não entendo, mas sei que é o certo.
_Amanhã vou pegar minhas coisas, partirei logo após
_Fica comigo.

Uma gota da chuva escapou do olho dela, ela olhava pra ele, e quanto mais ela olhava, mais gotas de chuva saiam do olho dela.
Ele a abraçou bem forte
_Eu volto, não vou ir para sempre.
_Para sempre, é o que eu te amo.
_Eu também te amo.

Ele olhou para ela, observou as gotas da chuva que caiam dos olhos, ela disfarçava, secava as gotas, dos olhos, mas não adiantava, ela soluçava, mal conseguia falar, de tanta tristeza. ele então, pegou em suas mãos geladas agarrou-a pelos braços, e lhe deu um beijo de esperança.
_Eu volto amor.
_Eu te espero amor
_Espera mesmo?
_Pra sempre.

e então ele partiu, ela o viu ir, cada vez mais distante ele ficava, cada vez mais difícil dela o ver.
ele se foi.

_Eu vou te esperar.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

contra história


em absoluta certeza os digo, tem vezes que a vida te da uma rasteira, que você talvez nunca mais consiga levantar, isso aconteceu a uns dois anos atrás, Sophia acabara de vez com uma desilusão amorosa, não pretendia mais acreditar no amor, não pretendia mais viver essa dor, então Sophia decidiu, vou viver por mim mesma sem precisas de ninguém.
Meses depois lá estava Sophia entregue nos braços de um homem, seu nome era secreto, codinome era desejo, Sophia estava perdidamente apaixonada por esse estranho.
seus braços, a aconchegavam, sua boca lhe dava carinho, suas pernas conforto, suas palavras uma estranha forma de paz.
eles viviam as escuras, pois era segredo esse romance, Sophia acreditava ser Julieta, e que seu amado era Romeu,
Sophia saia de casa que era só sorrisos, se encontravam na madrugada se amavam até as 10 horas da manhã, Sophia ia pra casa, amando-o cada vez mais.
seu amado viajou, avia lhe mandando uma mensagem dizendo _minha flor, estou aqui sozinho, morrendo de saudades, beijos_Sophia explodiu de alegria, acreditara realmente nessas poucas palavras, quando seu amado voltou, Sophia se jogou nos braços dele, lhe deu um beijo de boas vindas, mas seu amado não retribuiu,
Sophia então comprou uma carteira de cigarros, e se alcoolizou diante de suas lagrimas.
alguns dias depois, seu amado liga, eles se encontram, fazem exatamente o que faziam todas as madrugadas, mas algo acontece com Sophia.
dois meses depois, Sophia nunca mais o tinha visto, pois seu amado estava sempre ocupado com seus negociose tudo mais,
três meses depois Sophia sente um enjoou, vomita, e se sente inchada, um tempo depois, Sophia diz para seu amado, estou Grávida, espero um filho teu, cheia de esperança
ele a chama de mentirosa, diz que ela era só mais uma puta fingida, Sophia chora, chora, e chora
sem saida Sophia aborda.
seu amado, nas suas viagens transava outras, ela descobria, mas na verdade ela já sabia, mas o amor a segou. quase dois anos depois, Sophia continua apaixonada por ele, ele foi seu primeiro e seu ultimo

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Na calada da noite


Em silêncio se próxima, da multidão pavorosa, o que está acontecendo ali.
Ela está ferida, uma bala curva lhe acertou o peito, ela está sangrando, ela está morrendo.
Aos poucos a dor vai parando, o sofrimento diminuindo, mas ela vai continuar no chão.
Ela sentia saudades, de alguém que já mais conhecera, um desconhecido comum, mas o amor erra sureal.
Dizia ela em seu leito, _Um belo dia numa manhã de sol, vamos estar juntos, em uma bela noite sub a luz das estrelas, vamos estar juntos, eu prometo.
A ultima lágrima do ultimo suspiro de vida, se deu um adeus, tão desesperador, que nem pudera imaginar o tamanho da dor.
Que faria ele, se não sumir da vida dela, afinal ele era comprometido, e ela era comprometida, mas qual o casamento mais real que não seja o amor, pensava ela, e ele sumiu como num passe de mágica.
porque o amor doi, gritava ela, doi tanto que nem consigo respirar, doi tanto que mal consigo me mexer, insuportável dor e doença que me atacou.

Na hora do caixão, a foto na lápide, o nome escrito em pedra, sua certidão já não serviria para
nada.
No final da cerimônia, eis que surge em seu mais belo terno homem por quem outrora era apaixonada, um buquê na mão, de rosas vermelhas, da cor do sangue, lhe da um beijo de despedida, em seguida vai embora.
Ela já estava morta, quando por nada vem vindo aquele lindo homem carioca, ele chora, a perda é grande, ajoelha-se no colo arrastando-se como um mendigo a espera de uma moeda.
Ele a vê tão bela em seu túmulo, coberta de rosas vermelhas sangue, em um vestido branco longo.
Ele tira lago do bolso que fica do lado do peito esquerdo, da um beijo, e deixa pra ela.
Um amor tão lindo acabar assim. um desfrute incontrolável do destino, uma maré de azar , ou qualquer coisa que seja.
Ela já estava morta, só que ninguém percebia.